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Fim da Greve Prof. MG


Os professores da rede estadual colocaram um ponto final na greve que já durava 48 dias. A decisão foi tomada no fim da tarde desta terça-feira, depois de uma assembleia geral realizada na Praça Carlos Chagas, em frente à Assembleia Legislativa, no Bairro Santo Agostinho, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
No entanto, o fim da paralisação está condicionado à assinatura da proposta acordada noite dessa segunda, entre representantes do governo e do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG). Caso o documento não seja assinado pelo governador Antonio Anastasia, a categoria promete retomar a greve.
O acordo foi costurado nessa segunda, depois que o governo aceitou algumas das reivindicações apresentadas pelo Sind-UTE/MG, como a tramitação mais rápida do projeto de incorporação de vantagens ao salário e a garantia de que não haverá punições para os grevistas. Também ficou acordado o pagamento dos salários dos dias parados tão logo seja apresentado o calendário de reposição.
Batalha judicial
A pressão sobre os professores cresceu na última semana. Na terça, dia 18, a categoria optou, praticamente por unanimidade, pela manutenção da paralisação. O governo respondeu rápido e, dois dias depois, sinalizou com a possibilidade de demitir os grevistas.
Além disso, a Justiça bloqueou a conta bancária do Sind-UTE/MG e decidiu aumentar a multa em decorrência da greve de R$ 10 mil para 30 mil por dia, limitada a R$ 900 mil.
Por fim, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais autorizou, na sexta passada, a contratação de professores substitutos para a rede estadual, aumentado a pressão por um acordo.

Greve Professores BH Continua

Mais um dia de assembléia e a greve em BH continua confira:


Os professores da rede estadual decidiram continuar em greve pelo menos até a próxima terça-feira (25). A decisão foi tomada durante assembleia da categoria realizada na tarde desta terça-feira (18), na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no Bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte. Milhares de professores que participaram da reunião fazem um protesto em frente à Igreja São José, no cruzamento da Avenida Afonso Pena com Rua Tamóios, no Centro de capital.

Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), cerca de 60% dos 220 mil professores e servidores da rede participaram da assembleia. O sindicato informou que o governo não apresentou nenhuma contraproposta para a categoria na última semana.

Os professores entraram em greve no dia 8 de abril. De acordo com o sindicato, a principal reivindicação é a implementação do piso salarial de R$ 1.312,85 por uma jornada de trabalho de 24 horas semanais.

Greve Professores BH Continua



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Milhares de professores realizaram assembleia na AL, no Santo Agostinho
Os professores da rede estadual de ensino decidiram continuar em greve, em assembleia realizada na Praça da Assembleia Legislativa, no Bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte, nesta terça-feira (11). Após a decisão, os milhares de presentes saíram em passeata até a Praça da Liberdade. O trânsito ficou interrompido na Avenida Olegário Maciel e na Avenida Álvares Cabral, sentido Centro. No sentido contrário, o fluxo ficou lento.

A categoria contraria decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, divulgada nesta terça, reafirmando ser ilegal a paralisação, que já dura 34 dias. Na semana passada, os professores entraram com recurso contra decisão do mesmo tribunal. Na terça-feira (4), o desembargador Wander Marotta considerou ilegal o movimento de paralisação liderado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), e determinou a imediata volta ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Os professores entraram em greve no dia 8 de abril. De acordo com o sindicato, a principal reivindicação é a implementação do piso salarial de R$ 1.312,85 por uma jornada de trabalho de 24 horas semanais.